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Poème déposé sur le site le : 24/05/2004 00:00
Filho de Dracula ( en portugais )
Estava tranquilo a fazer a barbaOlhando-me no espelho, eu vejo Dois dentes tao agudos e enormes Saindo da minha inocente boca Que coisa estranha, coisa tao parva Rapidamente sinto o desejo De beber o sangue vivo dos homens Pois na torre a meia-noite, toca. Dirijo-me direito ao meu quarto Caio sobre a jovem minha amante E sugo o sangue daquele corpo Da boca sai um grito agudo, aiii Do seu sangue suculento me farto Coisa estupida, terrificante Com todo o pavor ja fiz um morto Pois a donzela morta na cama cai. Com dentes de sangue avermelhados Alguém me leva junto ao meu irmao Ao contacto desse corpo tan puro Sem escrupulo o sangue aspiro Acordei com olhos arregalados Tenho uma amargura no coraçao Lembro-me que estava no escuro Me disseram; tu também és vampiro. Durante um mês isto aconteçeu Pois uma força extraordinaria Me levava a matar as donzelas No meu coraçao nao ficava marca Gritei...o diabo me apareçeu Como numa historia lendaria Pedi explicaçao e as cadelas Disseram: és o filho de Dracula.
José AZEVEDO
Remarque de l'auteur
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Information : Poème Aucun
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